Embrapa Gado de Corte
Camilo Carromeu

Camilo Carromeu

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Embrapa Gado de Corte

Área de Conhecimento

Ciências Exatas e da Terra » Ciência da Computação

Palavras-chave

Android, Banco de Dados, Boas Práticas Agropecuárias (BPA), Boas Práticas de Fabricação (BPF), Boas Práticas de Produção (BPP), Content Management Systems (CMS), Data Mining, Data Warehouse, Desenvolvimento Institucional, Dispositivos Móveis, Educação a Distância (EaD), Engenharia Web, Engenharia de Componentes, Engenharia de Software, Ensino Médio, Extensão universitária, Frameworks, Fundações de Apoio à Pesquisa (FAP), Geoinformática, Gerador de Aplicação, Gerencia de Conteúdo, Java, Linha de Produtos de Software (LPS), Linux, MPS.BR, Mídias, Normas Institucionais, Nutrição Animal, PHP, Padrões, Pecuária de Precisão, Precision Livestock, Produção de Vídeos, Qualidade de Software, Rastreabilidade Bovina, Reuso de Software, SQL, SVG, Scrum, Sistemas de Informação, Sistemas de Informações Geográficas, Tecnologias Sociais, Tecnologias na Educação, Teste de Software, Trajetórias Semânticas, Transferência de Tecnologia, Web 2.0, WebServices, Workflow, e-Gov, iLPF e iOS

Projetos

AP3

Agricultura de Precisão (AP) para sustentabilidade do sistema produtivo agrícola, pecuário e florestal brasileiro.

2016-2020

Com Alessandra Corallo Nicacio, Pedro Paulo Pires, Quintino Izidio dos Santos Neto, Sergio Raposo de Medeiros e Thais Basso Amaral.

A Agricultura de Precisão (AP) é um processo gerencial que leva em conta a variabilidade espacial da lavoura. A percepção das diferenças e o manejo correto proporcionam a otimização no uso de insumos (fertilizantes, corretivos, agroquímicos, água, energia e sementes), com ganhos na produtividade e na qualidade da produção, bem como benefícios ambientais.  A AP é uma forte aliada para o desenvolvimento de sistemas de produção agropecuários sustentáveis e um exemplo de sucesso da aplicação da automação para tornar a produtividade mais eficiente no meio rural. A rede AP – coordenada pela Embrapa - tem obtido resultados expressivos em termos de conhecimentos sobre a variabilidade da produção e de parâmetros edafoambientais, das plantas, pragas e doenças de diversas culturas como soja, milho, algodão, trigo, eucalipto, cana-de-açúcar, laranja, uva, maçã e pêssego. As duas fases anteriores desta rede cumpriram importante papel para a consolidação do conceito sobre AP e de avanço do conhecimento, ao gerar metodologias e informações que servirão como elementos para o desenvolvimento, adaptação e teste de máquinas, implementos e equipamentos. Contribuiram ainda para quebrar barreiras e ampliar o potencial de impacto da AP para além dos grãos e das grandes propriedades, bem como utilizar – de forma efetiva – os conhecimentos agronômicos e ambientais, até então mais restritos às tecnologias de máquinas e de eletrônica embarcada. A transferência não só das tecnologias mas, principalmente, do conhecimento gerado ocorreu de diferentes formas, com destaque para a publicação de 2 livros com trabalhos técnico-científicos que, em 2016, ultrapassaram a marca de 8 mil acessos gratuitos no Brasil e em mais de 35 países. O treinamento de multiplicadores também foi outro aspecto relevante, por exemplo, com uma série de palestras nas diversas regiões do Brasil, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), levando os principais conceitos da Agricultura de Precisão. A rede possibilitou a integração de esforços de pesquisa no tema, com a participação de mais de 150 pesquisadores, 21 Unidades da Embrapa, mais de 50 parceiros externos de instituições públicas e da iniciativa privada, como também a criação do Laboratório de Referência Nacional em AP (Lanapre), em São Carlos (SP).  A atuação envolveu ainda o treinamento de equipes, o compartilhamento de equipamentos multiusuários e o estabelecimento de 15 Unidades Piloto (UP) nas cinco regiões para as principais culturas de interesse em AP, contribuindo para a geração de novas oportunidades de parcerias e potencialização do impacto dos trabalhos. Mas novos desafios estão à frente, especialmente, em transformar os conhecimentos gerados em tecnologias simples que possam ser apropriadas pelo sistema produtivo, de modo que técnicas de AP sejam adotadas por grandes e pequenos produtores e, dessa forma, gerem impactos importantes nos sistemas produtivos. Soma-se a isso as novas oportunidades de pesquisa em AP que despontam fortemente com as novas tecnologias em automação com o uso de drones, sensores, robôs, redes sem fio, processamento de imagens digitais, telemetria, internet das coisas (IoT), Big Data, entre outras. Para isso, esta terceira fase da rede AP está estruturada em cinco projetos técnicos, três com escopo em tecnologias habilitadoras, um centrado em tecnologias com potencial de ruptura e outro nas chamadas “portadoras de futuro”, além de dois projetos de gestão. Os projetos de tecnologias habilitadoras têm o objetivo de fornecer soluções tecnológicas que viabilizem a implementação rápida e eficaz da AP em três diferentes sistemas de produção: 1)    sistemas de larga escala, que contam com arsenal de equipamentos, como as culturas de algodão, cana-de-açúcar, milho, soja e trigo, onde a AP se difundiu; 2)     sistemas demandantes de mão de obra, como a cafeicultura e a fruticultura de maçã e uva, para viabilizar a AP em busca de maior eficiência; 3)    sistemas produtivos ainda pouco explorados pela AP, tais como Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e pecuária de precisão, ou seja, em sistemas de grande potencial de impacto econômico e ambiental. Os projetos que exploram temas com potencial de ruptura e portadores de futuro atuarão de forma transversal com as tecnologias habilitadoras, tendo como elemento em comum as UP. Já os projetos que organizam o funcionamento da rede estão ligados à gestão e inovação, responsáveis pela articulação em temas que envolvem a rede e realizam a gestão da sistematização dos resultados gerados. A expectativa é que esses resultados possam ajudar na gestão das variabilidades das propriedades e, com isso, impactar na ampliação do uso da AP, levando o sistema produtivo agropecuário brasileiro a um novo patamar de sustentabilidade. 

MAXITT

Transferência de tecnologia e prospecção de demandas em programas de melhoramento genético para a produção sustentável de carne bovina

2015-2019

Com Andrea Alves do Egito, Andrea Gondo, Antonio do Nascimento Ferreira Rosa, Dalizia Montenario de Aguiar, Edson Espindola Cardoso, Erno Suhre, Fabiane Siqueira, Filipe Toscano de Brito Simoes Correa, Gilberto Romeiro de Oliveira Menezes, Luiz Antonio Dias Leal, Luiz Otavio Campos da Silva, Mariana de Aragao Pereira, Paulo Roberto Duarte Paes, Roberto Augusto de Almeida Torres Junior, Rodrigo Carvalho Alva, Rodrigo da Costa Gomes e Thais Basso Amaral.

A pecuária de corte brasileira experimentou uma verdadeira revolução em pouco mais de 40 anos. De uma condição de insegurança alimentar e dependência externa, o país passou a ocupar a posição de maior exportador mundial de carne bovina, mesmo depois de usar para abastecimento do mercado interno cerca de 80% da produção total. Esse progresso foi alcançado pelo trabalho dos produtores, no campo, em interação com os demais segmentos da cadeia produtiva, a partir da utilização das tecnologias geradas pela pesquisa, com significativa participação da Embrapa. Essa realidade histórica é uma demonstração inequívoca do sucesso da filosofia de trabalho adotada pela empresa, desde a sua fundação, pela qual a pesquisa é concebida e realizada num contexto de sistema de produção de forma que só se completa ao ter os resultados aplicados pelo produtor. Este, por sua vez, e outros segmentos relacionados (associações de criadores, rede de assistência técnica oficial e privada, indústria frigorífica, centrais de inseminação artificial e de biotécnicas reprodutivas, dentre outros), constituem fontes de novas demandas de pesquisa, reiniciando-se o ciclo. Assim sendo, embora num cenário atual bastante favorável, em função da crescente demanda mundial e do mercado interno pelo produto, outros desafios vão surgindo, especialmente, aqueles relacionados à qualidade da carne e eficiência alimentar dos animais, em sistemas de produção mais equilibrados do ponto de vista energético e ambiental. Nesse contexto, o objetivo central desse projeto é desenvolver e aprimorar ações de transferência de tecnologia e de comunicação empresarial na área de melhoramento genético. Para seu alcance, o projeto foi delineado de forma a atender, o mais amplamente possível, diferentes atores e segmentos da cadeia produtiva. 

PLATAFORMA

Plataforma +Precoce: sistemas melhorados para a produção do novilho precoce

2014-2018

Com Alessandra Corallo Nicacio, Davi Jose Bungenstab, Fernando Paim Costa, Gilberto Romeiro de Oliveira Menezes, Mariana de Aragao Pereira, Rodrigo Carvalho Alva, Rodrigo da Costa Gomes e Sergio Raposo de Medeiros.

O objetivo do projeto é desenvolver uma ferramenta Web (Plataforma +Precoce) para a organização e disponibilização de informações a respeito de sistemas de cria, recria e engorda para a produção de bovinos destinados a programas e parcerias que bonificam carcaças por qualidade. Chamada de Plataforma +Precoce em alusão ao “novilho precoce”, um termo relacionado à qualidade, permitirá a geração de indicadores econômicos e ambientais para auxiliar o produtor na tomada de decisão e irá caracterizar a adequação esperada para os diversos programas e parcerias de carne de qualidade dos animais produzidos em cada sistema disponibilizado. 

INFOPEC

Gestão da informação e conhecimento referente as tecnologias, produtos e serviços gerados pela Embrapa e Instituições nacionais e internacionais para atender as demandas da bovinocultura de corte.

2014-2018

Com Carolina Castilho Dias, Davi Jose Bungenstab, Filipe Toscano de Brito Simoes Correa, Guilherme Cunha Malafaia, Jose Roberto de Souza Freire, Nibia Queiroz de Paula, Paulo Henrique Nogueira Biscola e Rodrigo Carvalho Alva.

O objetivo do projeto é promover a gestão da informação e do conhecimento referente a demandas e tecnologias da Embrapa e instituições de pesquisa nacionais e internacionais voltadas à bovinocultura de corte.

CLIMANIMAL

Ambiência e conforto térmico em sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta

2015-2017

Com Adriana da Silva, Alexandra Rocha de Oliveira, Andre Dominghetti Ferreira, Fabiana Villa Alves, Roberto Giolo de Almeida, Rodrigo Carvalho Alva, Valdemir Antonio Laura e Websten Cesario da Silva.

Em função da importância do tema ambiência e conforto térmico em sistemas em Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, foi articulado o Projeto CLIMANIMAL, que é uma proposta de rede de pesquisa e transferência de tecnologia, fruto da ação conjunta entre várias unidades da Embrapa e instituições de pesquisa parceiras que trabalham o tema. O objetivo é avaliar os efeitos dos sistemas agrossilvipastoris e silvipastoris sobre o conforto térmico, características biológicas e produtivas de bovinos e ovinos de corte, em cinco regiões brasileiras, com vistas ao estabelecimento de práticas de manejo que contribuam para a sustentabilidade da pecuária nacional. Os dados obtidos subsidiarão a consolidação de sistemas termicamente confortáveis, visando o bem estar animal, e cujo benefício se estende à toda a cadeia, garantindo produção de carne com menor impacto ao meio ambiente por meio de melhor utilização dos recursos naturais e dos insumos. Para tal, fará uso de metodologias ligadas à agrometereologia, biofísica, etologia animal, bionformática, pecuária de precisão, organização da informação e modelagem matemática, de modo a criar mecanismos robustos de avaliação do conforto térmico e bem estar animal.

MOSCALERTA

Plataforma de monitoramento de populações de mosca-dos-estábulos e alertas para surtos

2015-2017

Com Antonio Thadeu Medeiros de Barros, Carolina Castilho Dias, Joao Batista Catto, Paulo Henrique Duarte Cancado, Rodrigo Carvalho Alva e Wilson Werner Koller.

Surtos da mosca dos estábulos vêm causando prejuízos para os produtores de gado situados nas proximidades de usinas sucroalcooleiras. Atualmente as atividades sulcroalcooleira e pecuária estão encontrando enormes dificuldades de crescimento em função dos prejuízos diretos e indiretos decorrentes dos surtos de S. calcitrans. Os surtos desta mosca já atingem seis estados nas regiões Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil. Os prejuízos diretos para o produtor de gado de corte são de aproximadamente 20%, enquanto para os produtores de leite o prejuízo chega aos 60% durante os surtos. Para as usinas os prejuízos são indiretos e difíceis de serem mensurados. Para solucionar o problema em curto prazo e, consequentemente, minimizar os surtos, o presente projeto tem como objetivo desenvolver uma plataforma de monitoramento e alertas para surtos de forma automatizada. A plataforma de monitoramento será composta por um conjunto de sistemas interdependentes que vão proporcionar o processamento e análise de um grande número de amostras de forma rápida. O resultado das análises será o alerta para os surtos. Além da sua aplicação direta para o monitoramento da mosca-dos-estábulos, a tecnologia poderá ser adaptada para outras pragas, o que a torna aplicável à praticamente todas as culturas agrícolas e pecuárias. Espera-se, através do desenvolvimento dessa plataforma de monitoramento, promover ganhos de eficiência no controle da mosca-dos-estábulos e na prevenção dos surtos, levando à redução dos prejuízos diretos e indiretos decorrentes da praga. 

II PDTI

Implantar o II Plano Diretor de Tecnologia da Informação (PDTI)

2013-2016

O uso das tecnologias de informação e de comunicação nas atividades de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e de Transferência Tecnológica (TT) amplia consideravelmente as oportunidades e o espectro das pesquisas no setor agrícola. A transversalidade das TICs – ou, simplesmente, TI – faz com que estas tecnologias sejam instrumentos essenciais na integração de diferentes áreas do conhecimento e na solução de problemas da agricultura. Associa-se a esta importância, o já consolidado e reconhecido papel da TI na área administrativa e no planejamento e execução dos processos organizacionais. Estas duas perspectivas da TI são fundamentais para a Embrapa ampliar a efetividade do seu processo de produção e avançar no atendimento da sua missão institucional. Diante deste contexto, este projeto tem como objetivo promover a TI como um componente essencial na gestão corporativa e na melhoria, integração e efetividade dos processos, produtos e serviços gerados pela Embrapa.

SIEXP

Gestão dos dados experimentais da Embrapa

2012-2015

Com Josimar Lima do Nascimento, Nibia Queiroz de Paula e Paulo Henrique Nogueira Biscola.

O presente projeto tem o objetivo de informatizar o processo Gestão de Experimentos da Embrapa, com base nas Unidades Piloto  UPs: Embrapa Arroz e Feijão, Embrapa Gado de Corte, Embrapa Agropecuária Oeste, Embrapa Clima Temperado, Embrapa Trigo, Embrapa Milho e Sorgo, Embrapa Semiárido, Embrapa Algodão, Embrapa Pecuária Sudeste, Embrapa Soja, Embrapa Mandioca e Fruticultura e Embrapa Suínos e Aves. Estas Unidades representam os três grandes grupos de produtos pesquisados pela Empresa (espécies vegetais de cultivo anual, espécies vegetais de cultivo perene e espécies animais), e a distribuição geográfica das Unidades no país. O processo Gestão de Experimentos da Embrapa será a base do sistema de informação a ser desenvolvido para a gestão de experimentos, desde o planejamento do experimento ao armazenamento dos dados experimentais e sua disponibilização para buscas estruturadas. Assim, novas informações poderão ser extraídas destes dados com a sua aplicação em áreas de bioinformática, modelagem, agricultura de precisão etc., e para a tomada de decisão estratégica.

E-MISSIONS

Desenvolvimento e validação de aplicativo web para avaliação de indicadores globais de sustentabilidade em sistemas de produção de gado de corte tradicionais e integrados com lavoura e floresta

2011-2015

Com Davi Jose Bungenstab, Guilherme Cunha Malafaia, Manuel Claudio Motta Macedo, Rodrigo Carvalho Alva e Websten Cesario da Silva.

SALSA

Cadeias de alimentos com valor agregado através do conhecimento: ferramentas inovadoras para monitoramento ético, ambiental e dos impactos socioeconômicos para implementação de estratégias compartilhadas entre UE e América Latina

2011-2014

Com Ademir Hugo Zimmer, Davi Jose Bungenstab, Guilherme Cunha Malafaia, Paulo Henrique Nogueira Biscola e Rodrigo da Costa Gomes.

Formação Acadêmica

Especialização em Planejamento e Tutoria em EAD

Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

2007-2009

Mestrado em Ciência da Computação

Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

2004-2007

Graduação em Ciência da Computação

Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

1999-2003

Idiomas

Inglês

Compreende razoavelmente, fala razoavelmente, lê bem e escreve bem.

Espanhol

Compreende razoavelmente, fala pouco, lê pouco e escreve pouco.

Última atualização em 01-03-2017 17:30:07.

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