Embrapa Gado de Corte
Sergio Raposo de Medeiros

Sergio Raposo de Medeiros

Chefia Adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento

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Embrapa Gado de Corte

Área de Conhecimento

Ciências Agrárias » Zootecnia » Nutrição e Alimentação Animal » Exigências Nutricionais dos Animais

Palavras-chave

pastagem nativa, Acúmulo de massa, Bagaço de cana de açúcar, Brachiaria brizantha cv. Marandu, Brachiaria decumbens, Brasil, CALPASTATINA, Carne bovina, Colesterol plasmático, Confinamento, Contra-filé, Desempenho de novilhos, Eficiência, Estro, Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, Macroprograma 4 e 5, Manejo alimentar, Nelore, Novilhos, Níveis de energia, Parto-primeiro cio, Parâmetros biológicos, Período da seca, Pós-parto, Retorno ao cio, SNP, Senepol, Suplementação, Suplementação para novilhos, Taxa de prenhez, Zebu, abate, acabamento, acetil coenzima carboxilase, adaptação, aditivos, adoção de tecnologia, agricultura familiar, agronegócio, alimentação, alimentos, animal, antibióticos, análise de ácidos graxos, aquecimento global, atividade enzimática, auto-hidrólise, automatização, avaliação de ciclo de vida, bagaço auto-hidrolisado, bagaço cru, balanço energético, bezerros, bioenergética, biohidrogenação, bos indicus, bos taurus, bovinos, bovinos de corte, bromatologia, calpain, calpastatin, calpaína, cana de açúcar, caracteristicas agronômicas, carcaça, caroço de algodão, casca de soja, cenários, cinética de degradação, coleta, colheita no omaso, composição corporal, composição do leite, concentrado, condição corporal, conformação, consumo, consumo alimentar residual, controle de mamada, conversão alimentar, crescimento, crescimento compensatório, cria, crias, cruzamento, cruzamento industrial, degradabilidade, degradação in situ, delta-9-dessaturase, depressão da gordura do leite, desempenho, desmama, diferença racial, difusão, digestibilidade, efeito residual, eficiência alimentar, emissões, enzimas, escala, exigência, exigências nutricionais, extrato etéreo, fermentação ruminal, fertilidade, fibra efetiva, forrageiras, força de cisalhamento, função sigmoidal, fêmeas, gado, gado de corte, gado de leite, ganho compensatório, ganho de peso, gases de efeito estufa, gene candidato, genética, genótipo, glicerol, gordura, gordura inerte, gordura protegida, gordura subcutânea, gramínea, grao de soja, homeopatia, hormônio de crescimento, ingestao de materia seca, insaturação, intervalo entre partos, ionone, ionóforos, lactação, leite, lignina, lipogênese, lipídio, lotação, maciez, marcador, marmoreio, melhoramento animal, melhoramento assistido com marcador, melhoramento vegetal, mentano entérico, metabolismo, metal, metano, milho, minerais, mistura múltipla, modelagem, monensina sódica, nitrogênio ruminal, novilhas, nutracêutico, nutriente, nutrientes, nutrientes digestíveis totais, ovinos, parição, pastagem, pastejo, pecuária, perfil de ácidos graxos, persistência, ph ruminal, planejamento, polimorfismo, pressão de pastejo, primíparas, probióticos, produção animal, produção orgânica, proteína, pré-desmama, qualidade da carne, quelatos, ratos, ratos em lactação, reciclagem protéica, rendimento de carcaça, reprodução, ruminantes, sabor, sais de ácidos graxos, salinomicina, saúde humana, seleção, shear force, simulação, sinalizadores, sintetase de ácidos graxos, sistemas integrados, sistemas produtivos, soja, soja grão, sorgo, sub-produtos, suplementos, suprimento, sustentabilidade, tamponantes, tecnologia, terminação, textura da carne, tomada de decisão, transferência, tropical, ultrassom, uréia, vaca, vacas, vacas cruzadas, vacas leiteiras, valor energético, valor nutritivo, virginiamicina, vitaminas, ácido linoléico conjugado, ácidos graxos, ácidos graxos trans, ácidos graxos voláteis, óleo de soja e úbere

Projetos

AP3

Agricultura de Precisão (AP) para sustentabilidade do sistema produtivo agrícola, pecuário e florestal brasileiro.

2016-2020

Com Alessandra Corallo Nicacio, Camilo Carromeu, Pedro Paulo Pires, Quintino Izidio dos Santos Neto e Thais Basso Amaral.

A Agricultura de Precisão (AP) é um processo gerencial que leva em conta a variabilidade espacial da lavoura. A percepção das diferenças e o manejo correto proporcionam a otimização no uso de insumos (fertilizantes, corretivos, agroquímicos, água, energia e sementes), com ganhos na produtividade e na qualidade da produção, bem como benefícios ambientais.  A AP é uma forte aliada para o desenvolvimento de sistemas de produção agropecuários sustentáveis e um exemplo de sucesso da aplicação da automação para tornar a produtividade mais eficiente no meio rural. A rede AP – coordenada pela Embrapa - tem obtido resultados expressivos em termos de conhecimentos sobre a variabilidade da produção e de parâmetros edafoambientais, das plantas, pragas e doenças de diversas culturas como soja, milho, algodão, trigo, eucalipto, cana-de-açúcar, laranja, uva, maçã e pêssego. As duas fases anteriores desta rede cumpriram importante papel para a consolidação do conceito sobre AP e de avanço do conhecimento, ao gerar metodologias e informações que servirão como elementos para o desenvolvimento, adaptação e teste de máquinas, implementos e equipamentos. Contribuiram ainda para quebrar barreiras e ampliar o potencial de impacto da AP para além dos grãos e das grandes propriedades, bem como utilizar – de forma efetiva – os conhecimentos agronômicos e ambientais, até então mais restritos às tecnologias de máquinas e de eletrônica embarcada. A transferência não só das tecnologias mas, principalmente, do conhecimento gerado ocorreu de diferentes formas, com destaque para a publicação de 2 livros com trabalhos técnico-científicos que, em 2016, ultrapassaram a marca de 8 mil acessos gratuitos no Brasil e em mais de 35 países. O treinamento de multiplicadores também foi outro aspecto relevante, por exemplo, com uma série de palestras nas diversas regiões do Brasil, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), levando os principais conceitos da Agricultura de Precisão. A rede possibilitou a integração de esforços de pesquisa no tema, com a participação de mais de 150 pesquisadores, 21 Unidades da Embrapa, mais de 50 parceiros externos de instituições públicas e da iniciativa privada, como também a criação do Laboratório de Referência Nacional em AP (Lanapre), em São Carlos (SP).  A atuação envolveu ainda o treinamento de equipes, o compartilhamento de equipamentos multiusuários e o estabelecimento de 15 Unidades Piloto (UP) nas cinco regiões para as principais culturas de interesse em AP, contribuindo para a geração de novas oportunidades de parcerias e potencialização do impacto dos trabalhos. Mas novos desafios estão à frente, especialmente, em transformar os conhecimentos gerados em tecnologias simples que possam ser apropriadas pelo sistema produtivo, de modo que técnicas de AP sejam adotadas por grandes e pequenos produtores e, dessa forma, gerem impactos importantes nos sistemas produtivos. Soma-se a isso as novas oportunidades de pesquisa em AP que despontam fortemente com as novas tecnologias em automação com o uso de drones, sensores, robôs, redes sem fio, processamento de imagens digitais, telemetria, internet das coisas (IoT), Big Data, entre outras. Para isso, esta terceira fase da rede AP está estruturada em cinco projetos técnicos, três com escopo em tecnologias habilitadoras, um centrado em tecnologias com potencial de ruptura e outro nas chamadas “portadoras de futuro”, além de dois projetos de gestão. Os projetos de tecnologias habilitadoras têm o objetivo de fornecer soluções tecnológicas que viabilizem a implementação rápida e eficaz da AP em três diferentes sistemas de produção: 1)    sistemas de larga escala, que contam com arsenal de equipamentos, como as culturas de algodão, cana-de-açúcar, milho, soja e trigo, onde a AP se difundiu; 2)     sistemas demandantes de mão de obra, como a cafeicultura e a fruticultura de maçã e uva, para viabilizar a AP em busca de maior eficiência; 3)    sistemas produtivos ainda pouco explorados pela AP, tais como Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e pecuária de precisão, ou seja, em sistemas de grande potencial de impacto econômico e ambiental. Os projetos que exploram temas com potencial de ruptura e portadores de futuro atuarão de forma transversal com as tecnologias habilitadoras, tendo como elemento em comum as UP. Já os projetos que organizam o funcionamento da rede estão ligados à gestão e inovação, responsáveis pela articulação em temas que envolvem a rede e realizam a gestão da sistematização dos resultados gerados. A expectativa é que esses resultados possam ajudar na gestão das variabilidades das propriedades e, com isso, impactar na ampliação do uso da AP, levando o sistema produtivo agropecuário brasileiro a um novo patamar de sustentabilidade. 

PLATAFORMA

Plataforma +Precoce: sistemas melhorados para a produção do novilho precoce

2014-2018

Com Alessandra Corallo Nicacio, Camilo Carromeu, Davi Jose Bungenstab, Fernando Paim Costa, Gilberto Romeiro de Oliveira Menezes, Mariana de Aragao Pereira, Rodrigo Carvalho Alva e Rodrigo da Costa Gomes.

O objetivo do projeto é desenvolver uma ferramenta Web (Plataforma +Precoce) para a organização e disponibilização de informações a respeito de sistemas de cria, recria e engorda para a produção de bovinos destinados a programas e parcerias que bonificam carcaças por qualidade. Chamada de Plataforma +Precoce em alusão ao “novilho precoce”, um termo relacionado à qualidade, permitirá a geração de indicadores econômicos e ambientais para auxiliar o produtor na tomada de decisão e irá caracterizar a adequação esperada para os diversos programas e parcerias de carne de qualidade dos animais produzidos em cada sistema disponibilizado. 

MAXPRECOCE

Integração de recursos nutricionais e genéticos para a produção de carne bovina de qualidade no sistema precoce

2013-2016

Com Gelson Luis Dias Feijo, Gilberto Romeiro de Oliveira Menezes, Roberto Augusto de Almeida Torres Junior e Rodrigo da Costa Gomes.

Ultimamente, diversas alianças mercadológicas têm sido criadas no Brasil, com o objetivo de consolidar novas formas de comercialização de carne bovina com base na produção de animais dentro de critérios técnicos que permitam a produção de carne de qualidade e, por isso, mais valorizada. Entretanto, um dos desafios dessas alianças é obter a eficiência biológica necessária para tornar a atividade viável economicamente. Desta forma, o objetivo do projeto é avaliar a integração entre diferentes estratégias de suplementação a pasto, na fase de recria, e de diferentes grupos genéticos sobre o desempenho, a eficiência biológica e econômica e a qualidade da carne de bovinos produzidos sob o sistema precoce, com terminação em confinamento. Ao longo do estudo, duas safras de novilhos e novilhas cruzadas com variados graus de sangue Nelore, Caracu, Canchim, Braford e Angus serão recriadas em pasto de capim Marandu e posteriormente terminadas em confinamento. Durante a recria a pasto, diferentes estratégias de suplementação serão avaliadas, com especial foco no uso do antibiótico virginiamicina em suplementos proteicos de seca e em mistura mineral de águas. Sendo os animais posteriormente submetidos ao mesmo regime de confinamento, os resultados destas diferentes estratégias poderão ser então comparados sob uma visão integrada das fases de recria e de terminação e sob à luz de aspectos econômicos e da qualidade da carne produzida. Ao final do estudo, espera-se disponibilizar recomendações de suplementação na fase de recria e de grupo genético que permita a produção de carne de novilho precoce com custo da arroba produzida 10% menor que a média dos grupos avaliados. Posteriormente, possíveis interessados tais como Associação Sul-matogrossense de Produtores de Novilhos Precoce, associações das raças Caracu, Canchim, Braford e Brangus, empresas parceiras na área de nutrição animal e sistema Famasul-Senar, serão contatadas para divulgação dos resultados obtidos, por meio de palestras, documentos da série Embrapa, newsletter dos próprios parceiros.

PECUS

Gestão do Projeto Dinâmica de gases de efeito estufa em sistemas de produção da agropecuária brasileira

2011-2016

Com Alexandre Romeiro de Araujo, Armindo Neivo Kichel, Denise Baptaglin Montagner, Fernando Paim Costa, Luiz Orcirio Fialho de Oliveira, Manuel Claudio Motta Macedo, Roberto Augusto de Almeida Torres Junior, Roberto Giolo de Almeida, Rodiney de Arruda Mauro, Rodrigo da Costa Gomes, Valdemir Antonio Laura, Valeria Pacheco Batista Euclides e Wilson Werner Koller.

O Projeto PECUS avalia a dinâmica de gases de efeito estufa (GEE) e o balanço de Carbono (C) em sistemas de produção agropecuários de seis Biomas do Brasil (Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal, Pampa, Amazônico e Cerrado). No formato rede de pesquisa, é fruto da ação conjunta de várias instituições, reunindo mais de 300 pesquisadores no Brasil e no exterior. . A pesquisa contribuirá para para a competitividade e sustentabilidade da pecuária brasileira, por meio do desenvolvimento e organização de pesquisas que estimem a participação dos sistemas de produção agropecuários na dinâmica de GEE, visando identificar alternativas de mitigação e subsidiar políticas públicas. O projeto também colabora para o aprimoramento de normas e mecanismos de garantia da qualidade, da segurança e da rastreabilidade dos produtos pecuários.

BIFEQUALIC

Estratégias de cruzamento e de manejo para melhorar a eficiência de produção e a qualidade da carne bovina no Brasil

2011-2015

Com Gelson Luis Dias Feijo e Roberto Augusto de Almeida Torres Junior.

Dentre os fatores que determinam a qualidade da carne estão os atributos organolépticos e, dentre esses, a maciez é o mais valorizado pelo consumidor. Em razão do clima predominante no Brasil, cerca de 80% do rebanho bovino é de gado Zebu ou de animais azebuados que, reconhecidamente, apresentam níveis inferiores de qualidade de carne, especialmente maciez, quando comparados com gado Bos taurus. Vários trabalhos indicam que a maciez da carne diminui com o aumento da proporção de Zebu nos animais. A existência de raças taurinas adaptadas abre perspectivas de se aumentar a proporção de Bos taurus nos animais, sem reduzir a adaptação às condições das regiões de clima tropical e subtropical, para produzir um produto que satisfaça aos anseios do mercado consumidor. Assim, é necessário avaliar estratégias de utilização de recursos genéticos para as várias regiões e os diversos sistemas de produção do País. Para isso, os cruzamentos são delineados de maneira a se avaliar a possibilidade de aumentar a proporção de taurino no animal sem reduzir a adaptação, utilizando-se diferentes raças adaptadas e não adaptadas. O objetivo é avaliar estratégias de utilização de recursos genéticos animais para produção eficiente de carne bovina de qualidade, em diferentes regiões do País. O projeto será desenvolvido nos estados de Piauí, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul e São Paulo. Será avaliado o desempenho de cruzamentos envolvendo raças bovinas visando à obtenção de animais que sejam produtivos, precoces em acabamento e produtores de carne macia e de pele e couro de boa qualidade.

REPROMAIS

Análise técnico-econômica do uso de protocolo de sincronização de ovulação e IATF para diminuição da estação de monta em fêmeas bovinas Nelore

2013-2015

Com Alessandra Corallo Nicacio, Guilherme Cunha Malafaia, Paula de Almeida Barbosa Miranda e Roberto Augusto de Almeida Torres Junior.

ESTILO_TROPICAL

Melhoramento genético de Stylosanthes para a sustentabilidade de pastagens tropicais

2011-2015

Com Ademir Hugo Zimmer, Celso Dornelas Fernandes, Jaqueline Rosemeire Verzignassi, Lucimara Chiari, Marta Pereira da Silva e Rosangela Maria Simeao Resende.

SISGENE

Abordagem genômica como estratégia para produção sustentável de carne bovina na região do Brasil Pecuário.

2012-2014

Com Andrea Gondo, Antonio do Nascimento Ferreira Rosa, Fabiane Siqueira, Gelson Luis Dias Feijo, Gilberto Romeiro de Oliveira Menezes, Luiz Otavio Campos da Silva, Marcos Vinicius Gualberto Barbosa da Silva e Roberto Augusto de Almeida Torres Junior.

NET-NIRS

Rede Embrapa em Espectroscopia no Infravermelho Próximo - Net-NIRS

2011-2014

Com Gustavo Eugenio Gerhard Barrocas.

Uma das técnicas analíticas que possibilita a realização de análises químicas com precisão, rapidez, baixo custo e pouca manipulação de amostras é a espectroscopia no infravermelho próximo - NIRS (Near-Infrared Spectroscopy). O interesse pela espectroscopia NIR cresceu notavelmente e esta técnica foi reconhecida como uma poderosa ferramenta para análises quantitativas e qualitativas de parâmetros químicos e físicos. Além dessas características, as metodologias baseadas na espectroscopia NIR possuem as seguintes propriedades inerentes: 1) permite análise simultânea de vários parâmetros; 2) constitui-se uma técnica não destrutiva e não invasiva; 3) possui alta velocidade de processamento das informações e rápido fornecimento de resultados quantitativos; 4) não consome reagentes químicos nocivos ao meio ambiente; 5) é menos laboriosa e de custo relativamente baixo, quando comparada a suas congêneres. Nos últimos anos, a Embrapa adquiriu através das diferentes UDs participantes desse projeto 17 equipamentos de infravermelho próximo para serem utilizados em diferentes análises químicas, com vistas ao desenvolvimento de métodos rápidos e de baixo custo por análise. Por essas características, o uso da espectroscopia NIR é uma excelente opção para que a Embrapa possa validar a técnica como metodologia de rotina em seus laboratórios de análise química propiciando que um maior número de parâmetros e análises possam ser realizados. Com vistas a atender essa demanda emergente na Embrapa, a Rede Net-NIRS propõe-se a estabelecer uma rede de laboratórios para o desenvolvimento de estudos e construção de modelos de calibração multivariados para diferentes parâmetros químicos de gramíneas forrageiras tropicais, milho e solos utilizando o método de espectroscopia no infravermelho próximo.

REDE-SGA

Implantação das Diretrizes Institucionais de Gestão Ambiental nas Unidades da Embrapa

2008-2012

Com Jose Alexandre Agiova da Costa, Marta Pereira da Silva e Rodiney de Arruda Mauro.

A Lei de Crimes Ambientais (9.605/98), que trata sobre as sanções penais e administrativas derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, estabelece responsabilidades penais diretas para os gestores. Em função disso, torna-se mandatório que a Embrapa procure sanar as não-conformidades que suas UDs eventualmente apresentem, em relação a essa legislação. No âmbito das Unidades, diversos procedimentos e mecanismos voltados ao desenvolvimento e consolidação da Gestão Ambiental devem ser implementados. Do ponto de vista da pesquisa e geração de tecnologias, deve ser ressaltada a premente necessidade de as Unidades da Embrapa realizarem um esforço de se adequarem às normas de Boas Práticas de Laboratórios (BPL) e Certificação de Ensaios (ISO 17025). Tais normas são exigências para o reconhecimento dos resultados gerados nos laboratórios e campos experimentais. A iniciativa atual dá continuidade ao projeto denominado "Sistema de Gestão Ambiental - Uma proposta corporativa para a Embrapa", encerrado em outubro de 2007, que culminou com a elaboração do documento "Diretrizes para Implantação de Gestão Ambiental nas Unidades da Embrapa". Esperam-se os seguintes impactos positivos com a execução desse projeto: - Consolidação de uma cultura local que permita a consideração das questões ambientais em todas as dimensões, desde os trabalhos de P&D até o atendimento aos clientes; - Tornar as Unidades aptas ao atendimento à legislação ambiental brasileira; - Promover o uso racional de insumos; - Reduzir a quantidade gerada de resíduos e promoção da sua disposição de forma adequada; - Aumentar a capacitação e desenvolvimento pessoal e profissional dos empregados; - Laboratórios com mais qualificação para solicitar a certificação de ensaios (BPL ou ISO 17025).

ILPF

Manejo do capim-piatã (Brachiaria brizantha cv. BRS Piatã) no estabelecimento de sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta, como estratégia de renovação de pastagens degradadas no Cerrado

2009-2011

Com Fernando Paim Costa, Jose Alexandre Agiova da Costa, Manuel Claudio Motta Macedo, Roberto Giolo de Almeida, Rodiney de Arruda Mauro e Valdemir Antonio Laura.

COLAGENO-MP3

Desenvolvimento de marcadores moleculares associados à dureza da carne bovina devida à deposição de colágeno termo-estável

2008-2011

Com Carlo Cesar Simioli Garcia, Fabiane Siqueira, Fernando Paim Costa, Gelson Luis Dias Feijo, Roberto Augusto de Almeida Torres Junior e Roberto Giolo de Almeida.

MARCQUALICARNE

Marcadores moleculares para qualidade da carne bovina: estudos de validação e aplicação na escolha de cruzamentos.

2007-2009

Com Fabiane Siqueira, Gelson Luis Dias Feijo, Roberto Augusto de Almeida Torres Junior e Valeria Pacheco Batista Euclides.

ENEAB

EXIGÊNCIAS NUTRICIONAIS, EFICIÊNCIA ALIMENTAR E TAXA DE TERMINAÇÃO DE BOVINOS NA PÓS-DESMAMA PROVENIENTES DE DOIS SISTEMAS DE PRODUÇÃO

2007-2009

Com Luiz Otavio Campos da Silva e Roberto Augusto de Almeida Torres Junior.

Formação Acadêmica

Doutorado em Ciência Animal e Pastagens

Universidade de São Paulo

1998-2002

Mestrado em Ciência Animal e Pastagens

Universidade de São Paulo

1990-1992

Graduação em Agronomia

Universidade de São Paulo

1985-1989

Idiomas

Inglês

Compreende bem, fala bem, lê bem e escreve bem.

Francês

Compreende pouco, fala pouco, lê razoavelmente e escreve pouco.

Espanhol

Compreende razoavelmente, fala pouco, lê razoavelmente e escreve pouco.

Última atualização em 24-06-2016 13:23:03.

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