Embrapa Gado de Corte
Mariana de Aragao Pereira

Mariana de Aragão Pereira

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Embrapa Gado de Corte

Resumo

Possui graduação em Zootecnia (1999) e mestrado em Economia Aplicada, ambos pela Universidade Federal de Viçosa (2001). Possui doutorado em "Agricultural Management" pela Universidade de Lincoln, Nova Zelândia (2011). É pesquisadora A da EMBRAPA desde 2001, trabalhando inicialmente na Secretaria de Gestão Estratégica-SGE e em 2004 passando a atuar na Embrapa Gado de Corte. Trabalhou como Pesquisadora Assistente na unidade de pesquisa em Agribusiness e Economia (AERU) da Universidade de Lincoln entre 2007 e 2008. Tem experiência na área de Economia, Sociologia e Administração Rural, com ênfase em sistemas e custos de produção na pecuária de corte, administração rural, adoção de tecnologia, gestão de recursos humanos e cadeia produtiva da carne e couro bovino. É membro do Comitê Técnico Interno da Embrapa Gado de Corte, revisora ad hoc de vários periódicos científicos nacionais e internacionais, consultora científica ad hoc da FUNDECT e FAPDF e de macroprogramas da Embrapa

Atuação

Pesquisadora em Socioeconomia

Economia e Administração Rural

Área de Conhecimento

Ciências Sociais Aplicadas » Administração » Administração de Empresas

Palavras-chave

Administração, Administração Rural, Adoção de tecnologia, Animais silvestres, Análise econômica, Avaliação de desempenho, Avaliação de impacto de tecnologia, Bio-combustíveis, Biofuel, Boas Práticas de Produção Pecuária, Bovinocultura de Corte, Carne Bovina, Classificação, Classificação de couro, Competitividade, Couro, Couro Bovino, Custos de produção, Difusão de tecnologia, Empresas rurais - administração, Empresas rurais-administração, Exportação, Forrageiras, Gerenciamento de pessoal, Girassol, Inovação, Integração Lavoura-Pecuária, International trade, Livestock sector, Mercado, Mercado internacional, Mercado pecuário, Metodologia de pesquisa, Mão-de-obra, Nutrição animal, Nutrição de monogástricos, Nutrtição de monogástricos, Pecuária, Pecuária de corte, Pecuária de leite, Personal Constructs, Produção animal, Recursos humanos, Sistemas Integrados de Produção, Suinocultura, Tomada de decisão, Trade modelling e Transferência de tecnologia

Projetos

PECFUTURO

Pecuária do futuro: ferramentas de suporte à tomada de decisão no manejo e transferência de tecnologias para pastagens

2017-2021

Com Dalizia Montenario de Aguiar, Luiz Antonio Dias Leal, Mateus Figueiredo Santos e Sanzio Carvalho Lima Barrios.

O processo de tomada de decisão nos sistemas de produção depende cada vez mais da análise e interpretação de dados e informações, e pode contribuir para controlar os riscos associados à atividade agropecuária. A região do Brasil Central concentra cerca de metade do efetivo de bovinos do Brasil (IBGE, 2016), com forte predominância da pecuária de corte, e estende-se predominantemente por três biomas: Cerrado, Pantanal e Mata Atlântica. Apesar da grande capilaridade da atividade pecuária nos estabelecimentos rurais do Brasil Central, a produção é marcada por diversidade e heterogeneidade tecnológica. À exceção do Pantanal, em que há predomínio de pastagens nativas, nas demais regiões do Brasil Central há predomínio das pastagens cultivadas dos gêneros Panicum e Brachiaria. A melhoria do processo de tomada de decisão pode contribuir para aumentar a sustentabilidade de sistemas de produção de gado de corte. Os modelos matemáticos de simulação podem ser aplicados para sistematizar e integrar informações, além de ser incorporados a ferramentas de monitoramento e de suporte à tomada de decisão acessíveis a técnicos, produtores e formuladores de políticas públicas. As tecnologias e soluções que serão desenvolvidas foram definidas a partir de técnicas de engajamento com “stakeholders” e de gestão de portfólios de projetos.

AP3

Agricultura de Precisão (AP) para sustentabilidade do sistema produtivo agrícola, pecuário e florestal brasileiro.

2016-2020

Com Alessandra Corallo Nicacio, Camilo Carromeu, Pedro Paulo Pires, Quintino Izidio dos Santos Neto, Sergio Raposo de Medeiros e Thais Basso Amaral.

A Agricultura de Precisão (AP) é um processo gerencial que leva em conta a variabilidade espacial da lavoura. A percepção das diferenças e o manejo correto proporcionam a otimização no uso de insumos (fertilizantes, corretivos, agroquímicos, água, energia e sementes), com ganhos na produtividade e na qualidade da produção, bem como benefícios ambientais.  A AP é uma forte aliada para o desenvolvimento de sistemas de produção agropecuários sustentáveis e um exemplo de sucesso da aplicação da automação para tornar a produtividade mais eficiente no meio rural. A rede AP – coordenada pela Embrapa - tem obtido resultados expressivos em termos de conhecimentos sobre a variabilidade da produção e de parâmetros edafoambientais, das plantas, pragas e doenças de diversas culturas como soja, milho, algodão, trigo, eucalipto, cana-de-açúcar, laranja, uva, maçã e pêssego. As duas fases anteriores desta rede cumpriram importante papel para a consolidação do conceito sobre AP e de avanço do conhecimento, ao gerar metodologias e informações que servirão como elementos para o desenvolvimento, adaptação e teste de máquinas, implementos e equipamentos. Contribuiram ainda para quebrar barreiras e ampliar o potencial de impacto da AP para além dos grãos e das grandes propriedades, bem como utilizar – de forma efetiva – os conhecimentos agronômicos e ambientais, até então mais restritos às tecnologias de máquinas e de eletrônica embarcada. A transferência não só das tecnologias mas, principalmente, do conhecimento gerado ocorreu de diferentes formas, com destaque para a publicação de 2 livros com trabalhos técnico-científicos que, em 2016, ultrapassaram a marca de 8 mil acessos gratuitos no Brasil e em mais de 35 países. O treinamento de multiplicadores também foi outro aspecto relevante, por exemplo, com uma série de palestras nas diversas regiões do Brasil, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), levando os principais conceitos da Agricultura de Precisão. A rede possibilitou a integração de esforços de pesquisa no tema, com a participação de mais de 150 pesquisadores, 21 Unidades da Embrapa, mais de 50 parceiros externos de instituições públicas e da iniciativa privada, como também a criação do Laboratório de Referência Nacional em AP (Lanapre), em São Carlos (SP).  A atuação envolveu ainda o treinamento de equipes, o compartilhamento de equipamentos multiusuários e o estabelecimento de 15 Unidades Piloto (UP) nas cinco regiões para as principais culturas de interesse em AP, contribuindo para a geração de novas oportunidades de parcerias e potencialização do impacto dos trabalhos. Mas novos desafios estão à frente, especialmente, em transformar os conhecimentos gerados em tecnologias simples que possam ser apropriadas pelo sistema produtivo, de modo que técnicas de AP sejam adotadas por grandes e pequenos produtores e, dessa forma, gerem impactos importantes nos sistemas produtivos. Soma-se a isso as novas oportunidades de pesquisa em AP que despontam fortemente com as novas tecnologias em automação com o uso de drones, sensores, robôs, redes sem fio, processamento de imagens digitais, telemetria, internet das coisas (IoT), Big Data, entre outras. Para isso, esta terceira fase da rede AP está estruturada em cinco projetos técnicos, três com escopo em tecnologias habilitadoras, um centrado em tecnologias com potencial de ruptura e outro nas chamadas “portadoras de futuro”, além de dois projetos de gestão. Os projetos de tecnologias habilitadoras têm o objetivo de fornecer soluções tecnológicas que viabilizem a implementação rápida e eficaz da AP em três diferentes sistemas de produção: 1)    sistemas de larga escala, que contam com arsenal de equipamentos, como as culturas de algodão, cana-de-açúcar, milho, soja e trigo, onde a AP se difundiu; 2)     sistemas demandantes de mão de obra, como a cafeicultura e a fruticultura de maçã e uva, para viabilizar a AP em busca de maior eficiência; 3)    sistemas produtivos ainda pouco explorados pela AP, tais como Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e pecuária de precisão, ou seja, em sistemas de grande potencial de impacto econômico e ambiental. Os projetos que exploram temas com potencial de ruptura e portadores de futuro atuarão de forma transversal com as tecnologias habilitadoras, tendo como elemento em comum as UP. Já os projetos que organizam o funcionamento da rede estão ligados à gestão e inovação, responsáveis pela articulação em temas que envolvem a rede e realizam a gestão da sistematização dos resultados gerados. A expectativa é que esses resultados possam ajudar na gestão das variabilidades das propriedades e, com isso, impactar na ampliação do uso da AP, levando o sistema produtivo agropecuário brasileiro a um novo patamar de sustentabilidade. 

MYBEEF

Desenvolvimento de sistemas de apoio à decisão e de métodos de coleta, análise de dados e monitoramento da pecuária na região Sul do Brasil

2015-2019

Com Fernando Paim Costa, Filipe Toscano de Brito Simoes Correa e Guilherme Cunha Malafaia.

Uma plataforma interativa entre produtor e Embrapa: Mybeef é um importante passo na direção de geração de conhecimentos sobre territórios. O projeto busca organizar e disponibilizar conhecimentos sobre a cadeia produtiva da pecuária e desenvolver metodologias de coleta e processamento de dados de propriedades rurais que permitam a produção de indicadores de sustentabilidade e de informações úteis ao setor produtivo, por meio de uma  plataforma com interface Web que abrigue sistemas de fácil uso pelos produtores.O projeto abrange as seguintes ferramentas: O perfil do produtor, características gerais do sistema produtivo, indicadores de produtividade, questionários e modelos de simulação de custos de produção. Além disso, espera-se produzir boletins, periódicos com informações sobre a cadeia produtiva, website com um banco de dados com softwares nacionais sobre a pecuária de corte e leite, matriz de indicadores de sustentabilidade para a pecuária, software para análise econômica e ambiental, método para análise espaço-temporal de indicadores sociais, econômicos, ambientais e produtivos e uma plataforma para abrigar sistemas de apoio à decisão para a pecuária, tendo como público-alvo prioritário o produtor rural.O website será desenvolvido por meio de uma ampla rede de colaboradores, não só da Embrapa, como também de instituições parceiras como a Unipampa, UFRGS, Emater e o IFSul com os cursos de engenharia da computação, engenharia de produção, zootecnia e sistemas de informação.

ECO-ILPF

Padronização de Metodologias e Novas Abordagens para Avaliação Econômica de Sistemas de Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (iLPF)

2015-2019

O projeto apresenta como objetivo central padronizar a metodologia de avaliação econômico-financeira de sistemas iLPF e validá-la em diferentes regiões do país. Como principais resultados esperados, tem-se: a elaboração de uma metodologia de avaliação econômico-financeira e a definição de um instrumento de coleta de dados econômicos em sistema ILPF; a elaboração de um banco de dados com informações econômicas dos sistemas que serão avaliados; a elaboração de propostas piloto para a avaliação das dimensões sociais e ambientais; a elaboração de uma proposta de avaliação de risco, com a implementação de análise de cenários para sistemas iLPF no contexto das mudanças climáticas e a  variabilidade dos preços dos insumos para dois estados brasileiros. Por fim, como principal impacto do projeto, espera-se fornecer instrumentos que permitirão avaliações econômicas mais acuradas dos sistemas de integração o que auxiliará o país no cumprimento das metas assumidas no Plano ABC quanto à ampliação da área de sistemas iLPF

PLATAFORMA

Plataforma +Precoce: sistemas melhorados para a produção do novilho precoce

2014-2019

Com Alessandra Corallo Nicacio, Camilo Carromeu, Davi Jose Bungenstab, Fernando Paim Costa, Gilberto Romeiro de Oliveira Menezes, Rodrigo Carvalho Alva, Rodrigo da Costa Gomes e Sergio Raposo de Medeiros.

O objetivo do projeto é desenvolver uma ferramenta Web (Plataforma +Precoce) para a organização e disponibilização de informações a respeito de sistemas de cria, recria e engorda para a produção de bovinos destinados a programas e parcerias que bonificam carcaças por qualidade. Chamada de Plataforma +Precoce em alusão ao “novilho precoce”, um termo relacionado à qualidade, permitirá a geração de indicadores econômicos e ambientais para auxiliar o produtor na tomada de decisão e irá caracterizar a adequação esperada para os diversos programas e parcerias de carne de qualidade dos animais produzidos em cada sistema disponibilizado. 

MAXITT

Transferência de tecnologia e prospecção de demandas em programas de melhoramento genético para a produção sustentável de carne bovina

2015-2019

Com Andrea Alves do Egito, Andrea Gondo, Antônio do Nascimento Ferreira Rosa, Camilo Carromeu, Dalizia Montenario de Aguiar, Edson Espindola Cardoso, Erno Suhre, Fabiane Siqueira, Filipe Toscano de Brito Simoes Correa, Gilberto Romeiro de Oliveira Menezes, Luiz Antonio Dias Leal, Luiz Otavio Campos da Silva, Paulo Roberto Duarte Paes, Roberto Augusto de Almeida Torres Junior, Rodrigo Carvalho Alva, Rodrigo da Costa Gomes e Thais Basso Amaral.

A pecuária de corte brasileira experimentou uma verdadeira revolução em pouco mais de 40 anos. De uma condição de insegurança alimentar e dependência externa, o país passou a ocupar a posição de maior exportador mundial de carne bovina, mesmo depois de usar para abastecimento do mercado interno cerca de 80% da produção total. Esse progresso foi alcançado pelo trabalho dos produtores, no campo, em interação com os demais segmentos da cadeia produtiva, a partir da utilização das tecnologias geradas pela pesquisa, com significativa participação da Embrapa. Essa realidade histórica é uma demonstração inequívoca do sucesso da filosofia de trabalho adotada pela empresa, desde a sua fundação, pela qual a pesquisa é concebida e realizada num contexto de sistema de produção de forma que só se completa ao ter os resultados aplicados pelo produtor. Este, por sua vez, e outros segmentos relacionados (associações de criadores, rede de assistência técnica oficial e privada, indústria frigorífica, centrais de inseminação artificial e de biotécnicas reprodutivas, dentre outros), constituem fontes de novas demandas de pesquisa, reiniciando-se o ciclo. Assim sendo, embora num cenário atual bastante favorável, em função da crescente demanda mundial e do mercado interno pelo produto, outros desafios vão surgindo, especialmente, aqueles relacionados à qualidade da carne e eficiência alimentar dos animais, em sistemas de produção mais equilibrados do ponto de vista energético e ambiental. Nesse contexto, o objetivo central desse projeto é desenvolver e aprimorar ações de transferência de tecnologia e de comunicação empresarial na área de melhoramento genético. Para seu alcance, o projeto foi delineado de forma a atender, o mais amplamente possível, diferentes atores e segmentos da cadeia produtiva. 

RTT-ILPF

Transferência de tecnologias em rede para sistemas de integração Lavoura-Pecuária-Floresta

2015-2018

Com Ademir Hugo Zimmer, Alexandra Rocha de Oliveira, Camilo Carromeu, Davi Jose Bungenstab, Kadijah Suleiman Jaghub, Luiz Antonio Dias Leal, Rodrigo Carvalho Alva, Thais Basso Amaral e Valdemir Antonio Laura.

MONITORA

Monitoramento de pequenas e médias propriedades na Área de Proteção Ambiental do Córrego Ceroula, Campo Grande/MS: um estudo de caso para análise e validação de índices de sustentabilidade para a pecuária de corte

2013-2016

Com Carolina Castilho Dias, Davi Jose Bungenstab, Fernando Paim Costa e Rodiney de Arruda Mauro.

A questão da sustentabilidade do setor agropecuário tem sido amplamente debatida na sociedade e os holofotes têm se voltado para o setor pecuário, dada à elevada produção de gases de efeito estufa e à expansão da atividade em áreas de fronteira agrícola. Portanto, entender essa questão e propor meios de minimizar esses impactos negativos faz-se necessário, sobretudo entre pequenos e médios rebanhos, cujos obstáculos parecem ainda mais desafiadores. Além disso, há consenso que o nível gerencial dessas fazendas pecuárias é bastante precário, sendo esse um fator que reduz sobremaneira a longevidade do negócio e, portanto, a sua sustentabilidade no longo prazo. Por meio de uma abordagem quali-quantitativa, multidisciplinar e usando o estudo de caso como estratégia de pesquisa, o presente projeto-piloto visa monitorar e analisar indicadores de sustentabilidade aplicados a pequenos e médios rebanhos de bovinos de corte de Mato Grosso do Sul. Em particular, selecionou-se a Área de Proteção Ambiental (APA) do Córrego Ceroula, localizado na porção norte de Campo Grande, MS, como área de estudo, dados os problemas ocasionados pela pecuária, atividade típica nessa região, e que podem vir a comprometer a utilização dessa sub-bacia para o abastecimento futuro de água aos municípios de Campo Grande, Rochedo, Terenos e Jaraguari. 

AGENDAPEC

Modelo de Análise Estrutural da Cadeia Produtiva da Pecuária de Corte no Brasil: subsídios para uma agenda de PD&I e TT

2012-2015

Com Edson Espindola Cardoso, Guilherme Cunha Malafaia e Paulo Henrique Nogueira Biscola.

O estudo buscou propor e testar um método de diagnóstico e prospecção mesoanalítico com enfoque nos stakeholders fornecendo, assim, informações atualizadas sobre a realidade estrutural de cadeias produtivas, sendo nesse caso específico, a cadeia produtiva da pecuária de corte no Brasil, com a finalidade de gerar subsídios para a criação de uma agenda de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) e Transferência de Tecnologia (TT), visando nortear a condução da programação de pesquisa da Embrapa Gado de Corte e de outras unidades de Empresa. Sendo assim, optou-se por criar um observatório, denominado Centro de Inteligência da Carne Bovina (Cicarne), que tem como objetivo permitir a tomada de decisão mais qualificada dos gestores, promovendo ganhos individuais e coletivos para os agentes da pecuária de corte brasileira. O grande mérito do Cicarne é promover a antenagem, captura e análise de sinais e tendências de desdobramentos tecnológicos e do mercado de inovações relevantes à tomada de decisão da Embrapa Gado de Corte e de sua rede de parceiros; à tomada de decisões do setor público e privado, bem como produzir, sistematizar e dispor informações e dados de maneira organizada visando melhor coordenação da cadeia produtiva da carne bovina brasileira para promover ganhos competitivos aos seus stakeholders. 

SATEC

Adaptação de sistemas integrados de terminação de novilhos de corte para uso na terminação de cordeiros

2012-2014

Com Fernando Alvarenga Reis, Gelson Luis Dias Feijo, Guilherme Cunha Malafaia, Jose Alexandre Agiova da Costa e Websten Cesario da Silva.

ALIMENTOS

Sustentação e Sustentabilidade da Produção de Alimentos: O Papel do Brasil no Cenário Global

2011-2013

Com Fernando Paim Costa e Guilherme Cunha Malafaia.

Formação Acadêmica

Doutorado em Agricultural Management

Lincoln University

2007-2011

Mestrado em Economia Aplicada

Universidade Federal de Viçosa

1999-2001

Graduação em Zootecnia

Universidade Federal de Viçosa

1994-1999

Idiomas

Inglês

Compreende bem, fala bem, lê bem e escreve bem.

Espanhol

Compreende bem, fala razoavelmente, lê bem e escreve razoavelmente.

Última atualização em 12-04-2018 10:47:09.

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