Embrapa Gado de Corte
Quintino Izidio dos Santos Neto

Quintino Izídio dos Santos Neto

Laboratório Mangueiro Digital

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Embrapa Gado de Corte

Resumo

Possui graduação em Matemática pela Universidade Federal do Acre - Ufac, Especialização em Análise de Sistemas pelo Centro Treinamento Tecnológico do RJ - Smart e Mestrado em Ciência da Computação pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul - Ufms . Desde 1999 é analista de TI na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa. Experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em Arquitetura de Sistemas de Computação e Banco de Dados, atuando principalmente nos seguintes temas: Orientação de Estagiários em computação, Pecuária de precisão, Identificação Eletrônica de bovinos. Execução e coordenação de projetos em Pecuária de precisão.

Atuação

Coordenar, executar e analisar projetos em pecuária de precisão.

Processos computacionais em Pecuária de Precisão.

Orientar acadêmicos em TCCs, Disserações e cursos técnicos.

Oienação nos trabalhos acadêmicos que envolvam peuária de precisão e TI. Fornecer infraestrutura para execução dos experimenttos de pesquisa.

Área de Conhecimento

Ciências Exatas e da Terra » Ciência da Computação » Sistemas de Computação » Arquitetura de Sistemas de Computação

Palavras-chave

Acompanhamento, Bolsistas, Desempenho, Desenvolvimento, Identificação por radiofrequência, Projetos, RFID, Ranking, Rastreabilidade bovina, Sumario, Temperatura corporal bovina, Técnico, atendimento, bovinos, cargo, certificação, consignação, contabilidade, controle, contábil, data mining, empenho, estagio, financeiro, identidicação eletrônica, identificação eletrônica, log analyzer, nucat, orçamento, pecuária de precisão, protocolo, rastreabilidade, rastreabilidade de bovinos, redcontos, transponder, use mining, usuário e zebuina

Projetos

AP3

Agricultura de Precisão (AP) para sustentabilidade do sistema produtivo agrícola, pecuário e florestal brasileiro.

2016-2020

Com Alessandra Corallo Nicacio, Camilo Carromeu, Pedro Paulo Pires, Sergio Raposo de Medeiros e Thais Basso Amaral.

A Agricultura de Precisão (AP) é um processo gerencial que leva em conta a variabilidade espacial da lavoura. A percepção das diferenças e o manejo correto proporcionam a otimização no uso de insumos (fertilizantes, corretivos, agroquímicos, água, energia e sementes), com ganhos na produtividade e na qualidade da produção, bem como benefícios ambientais.  A AP é uma forte aliada para o desenvolvimento de sistemas de produção agropecuários sustentáveis e um exemplo de sucesso da aplicação da automação para tornar a produtividade mais eficiente no meio rural. A rede AP – coordenada pela Embrapa - tem obtido resultados expressivos em termos de conhecimentos sobre a variabilidade da produção e de parâmetros edafoambientais, das plantas, pragas e doenças de diversas culturas como soja, milho, algodão, trigo, eucalipto, cana-de-açúcar, laranja, uva, maçã e pêssego. As duas fases anteriores desta rede cumpriram importante papel para a consolidação do conceito sobre AP e de avanço do conhecimento, ao gerar metodologias e informações que servirão como elementos para o desenvolvimento, adaptação e teste de máquinas, implementos e equipamentos. Contribuiram ainda para quebrar barreiras e ampliar o potencial de impacto da AP para além dos grãos e das grandes propriedades, bem como utilizar – de forma efetiva – os conhecimentos agronômicos e ambientais, até então mais restritos às tecnologias de máquinas e de eletrônica embarcada. A transferência não só das tecnologias mas, principalmente, do conhecimento gerado ocorreu de diferentes formas, com destaque para a publicação de 2 livros com trabalhos técnico-científicos que, em 2016, ultrapassaram a marca de 8 mil acessos gratuitos no Brasil e em mais de 35 países. O treinamento de multiplicadores também foi outro aspecto relevante, por exemplo, com uma série de palestras nas diversas regiões do Brasil, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), levando os principais conceitos da Agricultura de Precisão. A rede possibilitou a integração de esforços de pesquisa no tema, com a participação de mais de 150 pesquisadores, 21 Unidades da Embrapa, mais de 50 parceiros externos de instituições públicas e da iniciativa privada, como também a criação do Laboratório de Referência Nacional em AP (Lanapre), em São Carlos (SP).  A atuação envolveu ainda o treinamento de equipes, o compartilhamento de equipamentos multiusuários e o estabelecimento de 15 Unidades Piloto (UP) nas cinco regiões para as principais culturas de interesse em AP, contribuindo para a geração de novas oportunidades de parcerias e potencialização do impacto dos trabalhos. Mas novos desafios estão à frente, especialmente, em transformar os conhecimentos gerados em tecnologias simples que possam ser apropriadas pelo sistema produtivo, de modo que técnicas de AP sejam adotadas por grandes e pequenos produtores e, dessa forma, gerem impactos importantes nos sistemas produtivos. Soma-se a isso as novas oportunidades de pesquisa em AP que despontam fortemente com as novas tecnologias em automação com o uso de drones, sensores, robôs, redes sem fio, processamento de imagens digitais, telemetria, internet das coisas (IoT), Big Data, entre outras. Para isso, esta terceira fase da rede AP está estruturada em cinco projetos técnicos, três com escopo em tecnologias habilitadoras, um centrado em tecnologias com potencial de ruptura e outro nas chamadas “portadoras de futuro”, além de dois projetos de gestão. Os projetos de tecnologias habilitadoras têm o objetivo de fornecer soluções tecnológicas que viabilizem a implementação rápida e eficaz da AP em três diferentes sistemas de produção: 1)    sistemas de larga escala, que contam com arsenal de equipamentos, como as culturas de algodão, cana-de-açúcar, milho, soja e trigo, onde a AP se difundiu; 2)     sistemas demandantes de mão de obra, como a cafeicultura e a fruticultura de maçã e uva, para viabilizar a AP em busca de maior eficiência; 3)    sistemas produtivos ainda pouco explorados pela AP, tais como Integração Lavoura-Pecuária-Floresta (ILPF) e pecuária de precisão, ou seja, em sistemas de grande potencial de impacto econômico e ambiental. Os projetos que exploram temas com potencial de ruptura e portadores de futuro atuarão de forma transversal com as tecnologias habilitadoras, tendo como elemento em comum as UP. Já os projetos que organizam o funcionamento da rede estão ligados à gestão e inovação, responsáveis pela articulação em temas que envolvem a rede e realizam a gestão da sistematização dos resultados gerados. A expectativa é que esses resultados possam ajudar na gestão das variabilidades das propriedades e, com isso, impactar na ampliação do uso da AP, levando o sistema produtivo agropecuário brasileiro a um novo patamar de sustentabilidade. 

GEORASTRO

Sistema de geodecisão para rastreabilidade e produção sustentável da bovinocultura de corte

2011-2014

Com Davi Jose Bungenstab, Erno Suhre, Fernando Paim Costa, Pedro Paulo Pires e Rodrigo Amorim Barbosa.

Para os consumidores, segurança é um dos ingredientes primordiais do alimento de qualidade. Com a globalização, a repercussão de um malefício causado por ingestão de algum alimento consumido em qualquer parte do mundo é uma notícia que se alastra em poucos instantes, independente da distância do local de ocorrência. Nesse contexto, a exigência da rastreabilidade das informações referentes aos alimentos é uma condição de destaque quando o objetivo é a conquista da confiança e da fidelidade do consumidor. A sustentabilidade da bovinocultura deve contar com a incorporação de tecnologias e ferramentas inovadoras, de fácil compreensão, economicamente viáveis e espacialmente explícitas para o registro de dados sobre práticas de produção, incluindo dados sobre a condição e mobilidade animal, assim como origem e qualidade do produto. O projeto GeoRastro surge a partir das necessidades e demandas por segurança e qualidade dos alimentos na produção extensiva de carne bovina. A identificação animal é um pré-requisito inevitável no rastreamento do rebanho. Neste aspecto, a identificação eletrônica torna-se uma poderosa ferramenta ao interligar os elos da cadeia produtiva. O projeto atua no aperfeiçoamento de dispositivos eletrônicos utilizados na identificação e posicionamento do animal, incorporando informações sobre manejo e sanidade. Com a aplicação das ferramentas de tecnologia da informação e de sistemas de informação geográfica (SIG), é possível realizar o cruzamento de dados relacionados aos animais e às atividades pecuárias com informações relacionadas ao espaço geográfico. O projeto também trabalha no desenvolvimento de um armazém de dados que possibilitará a inclusão de informações ambientais e a implementação de algoritmos inteligentes de extração de conhecimento, criando um sistema de geodecisão da produção sustentável de carne bovina. Mais informações, acesse: http://www.cnpm.embrapa.br/projetos/georastro 

Formação Acadêmica

Mestrado em Ciência da Computação

Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

2007-2010

Especialização em Análise de Sistemas

Centro de Treinamento Tecnológico

1989-1990

Graduação em Matemática

Universidade Federal do Acre

1987-1995

Idiomas

Inglês

Compreende razoavelmente, fala razoavelmente, lê razoavelmente e escreve pouco.

Última atualização em 24-02-2017 08:04:12.

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