Embrapa Gado de Corte
Mariane de Mendonca Vilela

Mariane de Mendonça Vilela

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Embrapa Gado de Corte

Resumo

Possui graduação em Bacharelado e Licenciatura em Ciências Biológicas pela Universidade Estadual de Campinas (2009). Atualmente é estudante de doutorado da Universidade Estadual de Campinas. Tem experiência na área de Genética, com ênfase em Genética Vegetal e de Microrganismos

Palavras-chave

AtbZIP, Cana de açúcar, Retrotransposons, SUGARCANE, allelic variation, expressão heteróloga, genome evolution, refolding, sequence polymorphism, synteny e variação alélica

Projetos

CULTIPAN

Desenvolvimento de cultivares de Panicum maximum para a diversificação, sustentabilidade e intensificação das pastagens

2015-2019

Com Alexandre Romeiro de Araujo, Andrea Raposo, Celso Dornelas Fernandes, Dalizia Montenario de Aguiar, Edson Espindola Cardoso, Erno Suhre, Fabricia Zimermann Vilela Torres, Haroldo Pires de Queiroz, Jaqueline Rosemeire Verzignassi, Jose Raul Valerio, Karem Guimaraes Xavier Meireles, Liana Jank, Lucimara Chiari, Luiz Antonio Dias Leal, Marlene de Barros Coelho Caviglioni, Mateus Figueiredo Santos, Roberto Giolo de Almeida, Rodrigo Amorim Barbosa e Valdemir Antonio Laura.

O objetivo do projeto é desenvolver cultivares de Panicum maximum com elevada produção e qualidade, resistentes a Bipolaris maydis e cigarrinhas das pastagens, e com adaptação a pelo menos um estresse edafoclimático, que permitam uma maior diversificação, sustentabilidade e intensificação das pastagens. O Panicum maximum é uma espécie de gramínea forrageira de alto grau de importância para as cadeias produtivas de bovinos e ovinos no Brasil e no mundo, por se destinar à intensificação dos sistemas de produção e conferir excelente acabamento nos animais. A Embrapa Gado de Corte é a instituição única no mundo que dispõe de germoplasma da espécie, representativo da variabilidade natural e com formas sexuais que permitem a realização do melhoramento genético. No Brasil, apenas 10% da produção bovina vem de confinamento, o restante sendo de bovinos criados e engordados a pasto. Enquanto as braquiárias ocupam áreas de solos de baixa a média fertilidade no país e plantios em sistema extensivos de produção, o P. maximum ocupa solos de média a alta fertilidade em sistemas de produção intensivos. Estima-se que existem em torno de 20 milhões de hectares de P. maximum no Brasil, todos de cultivares desenvolvidas pela Embrapa. A presente proposta é a continuação do projeto “Desenvolvimento de cultivares de Panicum maximum para diversificação e intensificação das pastagens”, que resultou no lançamento do P. maximum cv. BRS Zuri, registrada e protegida no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e no registro da cv. BRS Tamani também no Mapa. O objetivo do atual projeto é lançar comercialmente duas cultivares e ter uma sendo finalizada para lançamento. 

BRACMELHOR

Melhoramento genético e desenvolvimento de cultivares de Brachiaria spp. visando à sustentabilidade da produção pecuária

2015-2019

Com Andrea Raposo, Cacilda Borges do Valle, Celso Dornelas Fernandes, Dalizia Montenario de Aguiar, Denise Baptaglin Montagner, Edson Espindola Cardoso, Erno Suhre, Fabricia Zimermann Vilela Torres, Haroldo Pires de Queiroz, Jaqueline Rosemeire Verzignassi, Jose Raul Valerio, Karem Guimaraes Xavier Meireles, Lucimara Chiari, Luiz Antonio Dias Leal, Manuel Claudio Motta Macedo, Roberto Giolo de Almeida, Rodrigo Amorim Barbosa, Rosangela Maria Simeao Resende, Sanzio Carvalho Lima Barrios, Valdemir Antonio Laura e Valeria Pacheco Batista Euclides.

O objetivo do projeto é desenvolver e lançar novas cultivares de braquiária com diferenciais qualitativos, de produtividade e resistência a estresses bióticos e abióticos para diferentes ecossistemas de produção animal e sistemas integrados visando contribuir para uma produção pecuária sustentável. Gramíneas do gênero Brachiaria vêm contribuindo decisivamente para o desenvolvimento da bovinocultura nacional fazendo do Brasil o segundo maior produtor e maior exportador mundial de carne bovina. Como a maioria do rebanho bovino é criada e terminada a pasto, o diferencial qualitativo do produto brasileiro são animais produzidos com menor risco associado à “vaca louca”, observando o bem estar animal e menor custo de produção. Ademais, com as mudanças climáticas previstas torna-se ainda mais importante o desenvolvimento de novas cultivares de Brachiaria, garantindo maior produtividade, adaptação a estresses e melhor valor nutritivo visando mitigar a emissão de gases de efeito estufa pelos bovinos em pastejo, de forma a garantir a sustentabilidade desse agronegócio. A diversificação dos extensos monocultivos de braquiária e a demanda crescente por novas cultivares superiores às existentes são o principal foco a ser trabalhado nesse projeto, uma continuação do projeto finalizado em março de 2015 que liberou as cultivares BRS Paiaguás e BRS Tupi, ambas registradas e protegidas.  

GENBRACHIA

Seleção fenotípica e genômica no melhoramento da gramínea forrageira Brachiaria spp.

2014-2018

Com Rosangela Maria Simeao Resende.

Formação Acadêmica

Doutorado em Genética e Biologia Molecular

Universidade Estadual de Campinas

2010-

Graduação em Bacharelado e Licenciatura em Ciências Biológicas

Universidade Estadual de Campinas

2006-2009

Idiomas

Inglês

Compreende bem, fala bem, lê bem e escreve bem.

Francês

Compreende pouco, fala pouco, lê razoavelmente e escreve pouco.

Última atualização em 01-12-2015 06:52:12.

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