Embrapa Gado de Corte
Alexandre Romeiro de Araujo

Alexandre Romeiro de Araújo

Chefia Adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento

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Embrapa Gado de Corte

Resumo

Possui graduação em Zootecnia pela Universidade Federal de Lavras (2001), mestrado em Ciência do Solo pela Universidade Federal de Lavras (2003) e doutorado em Ciência do Solo pela Universidade Federal de Lavras (2006). Atualmente é pesquisador - Embrapa - Centro Nacional de Pesquisa em Gado de Corte. Tem experiência na área de Agronomia, com ênfase em Solos e Nutrição de Plantas, atuando principalmente nos seguintes temas: Física e Conservação dos Solos e Sistemas Integrados de Produção (Integração Lavoura-Pecuária-Floresta).

Área de Conhecimento

Ciências Agrárias » Agronomia » Ciência do Solo » Manejo e Conservação do Solo

Palavras-chave

Alto Rio Grande, Aptidão agrícola, Hidrologia, Levantamento de Solos, Metais, Movimentação, Movimentação - Vertical - Calcário, Movimentação-Nitrogênio-Colunas de Solo, característcas físicas, cultivo-orgânico, iLPF, qualidade do solo e sistemas de produção

Projetos

TROPMIX

Utilização de pastos multigramíneas visando à redução da estacionalidade da produção forrageira

2016-2019

Com Ademir Hugo Zimmer, Jaqueline Rosemeire Verzignassi, Manuel Claudio Motta Macedo, Rodrigo Amorim Barbosa e Valeria Pacheco Batista Euclides.

CULTIPAN

Desenvolvimento de cultivares de Panicum maximum para a diversificação, sustentabilidade e intensificação das pastagens

2015-2019

Com Andrea Raposo, Celso Dornelas Fernandes, Dalizia Montenario de Aguiar, Edson Espindola Cardoso, Erno Suhre, Fabricia Zimermann Vilela Torres, Haroldo Pires de Queiroz, Jaqueline Rosemeire Verzignassi, Jose Raul Valerio, Karem Guimaraes Xavier Meireles, Liana Jank, Lucimara Chiari, Luiz Antonio Dias Leal, Mariane de Mendonca Vilela, Marlene de Barros Coelho Caviglioni, Mateus Figueiredo Santos, Roberto Giolo de Almeida, Rodrigo Amorim Barbosa e Valdemir Antonio Laura.

O objetivo do projeto é desenvolver cultivares de Panicum maximum com elevada produção e qualidade, resistentes a Bipolaris maydis e cigarrinhas das pastagens, e com adaptação a pelo menos um estresse edafoclimático, que permitam uma maior diversificação, sustentabilidade e intensificação das pastagens. O Panicum maximum é uma espécie de gramínea forrageira de alto grau de importância para as cadeias produtivas de bovinos e ovinos no Brasil e no mundo, por se destinar à intensificação dos sistemas de produção e conferir excelente acabamento nos animais. A Embrapa Gado de Corte é a instituição única no mundo que dispõe de germoplasma da espécie, representativo da variabilidade natural e com formas sexuais que permitem a realização do melhoramento genético. No Brasil, apenas 10% da produção bovina vem de confinamento, o restante sendo de bovinos criados e engordados a pasto. Enquanto as braquiárias ocupam áreas de solos de baixa a média fertilidade no país e plantios em sistema extensivos de produção, o P. maximum ocupa solos de média a alta fertilidade em sistemas de produção intensivos. Estima-se que existem em torno de 20 milhões de hectares de P. maximum no Brasil, todos de cultivares desenvolvidas pela Embrapa. A presente proposta é a continuação do projeto “Desenvolvimento de cultivares de Panicum maximum para diversificação e intensificação das pastagens”, que resultou no lançamento do P. maximum cv. BRS Zuri, registrada e protegida no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e no registro da cv. BRS Tamani também no Mapa. O objetivo do atual projeto é lançar comercialmente duas cultivares e ter uma sendo finalizada para lançamento. 

SPDBRASIL

Aprimoramento, inovação e desenvolvimento de conhecimentos e tecnologias em sistema plantio direto para o agronegócio brasileiro

2013-2018

O agronegócio brasileiro, sob o ponto de vista econômico vem sendo reconhecido como atividade moderna, próspera, rentável, competitiva e de magnitude que evidencia o Brasil como uma potência agrícola mundial. É creditado a essa atividade 26% do Produto Interno Bruto, 42% do volume das exportações brasileiras e 37% do total de empregos do país. Esse cenário determina que o desenvolvimento do país se encontra fortemente dependente da crescente produção de produtos agropecuários. O pressuposto para efetivação desse cenário esta fundamentado no conservacionismo, tanto na esfera da manutenção e da recuperação do solo de sistemas agrícolas produtivos, quanto no âmbito da preservação dos sistemas naturais do entorno, fato que preconiza novos imperativos para o governo e o produtor, no intuito de enfrentar o desafio de estimular o crescimento do agronegócio brasileiro, alicerçado na adoção dos preceitos da agricultura conservacionista. Nesse contexto, questiona-se se a atual pujança creditada à agricultura do país é realmente conservacionista. Atualmente, o sistema plantio direto é o complexo tecnológico de manejo de solo e de culturas, disponível e acessível ao produtor rural, que reúne o mais amplo conjunto de preceitos da agricultura conservacionista com potencial para imprimir sustentabilidade ao agronegócio brasileiro. Contudo, dos 40 milhões de hectares cultivados com culturas anuais no país, 26 milhões de hectares estão sob plantio direto e, estima-se que destes, em apenas 10 milhões de hectares aplica-se os preceitos da agricultura conservacionista minimamente requeridos para alicerçar robustez à agricultura do país. Ao se contrastar os preceitos da agricultura conservacionista preconizados para o sistema plantio direto com aqueles que atualmente estão sendo adotados, evidenciam-se problemas de degradação da fertilidade integral do solo e de dilapidação de recursos naturais, que colocam em risco as projeções de exuberância da agricultura no país e, por este motivo, requerem priorização de ações de pesquisa. Observa-se acentuada estratificação química e física do solo da camada superficial de 0-20 cm de profundidade, a qual induz concentração de raízes na camada superficial (0-5 cm), elevando a frequência de perda de produtividade por estresse hídrico, mesmo em curtos períodos sem chuva, e favorece a erosão, quando da ocorrência de chuvas intensas. A magnitude desse problema se estende em 30 milhões de hectares de lavoura anual no país, sem a adoção plena dos preceitos da agricultura conservacionista, que, regionalizadamente, demanda aprimoramento, inovação e desenvolvimento de tecnologias. Essa abordagem, ao confrontar os problemas afetos à adoção do sistema plantio direto, como tecnologia promotora de sustentabilidade à agricultura, com a evolução do conhecimento científico e tecnológico da agricultura conservacionista no Brasil, remete a busca por soluções em três níveis de ação: aprimoramento e inovação tecnológica; validação e desenvolvimento de tecnologias; e transferência de conhecimentos e de tecnologias. Assim, o projeto está estruturado em cinco planos de ação. O Plano de Ação I, trata da gestão do projeto, assegurando alcance das metas projetadas. Os demais contemplam atividades inter-relacionadas e complementares: Plano de Ação II - gênese da degradação da fertilidade integral do solo; Plano de Ação III - mitigação da degradação da fertilidade integral do solo; Plano de Ação IV - validação de tecnologias mitigadoras da degradação da fertilidade integral do solo; e Plano de Ação V - transferência de conhecimentos e de tecnologias mitigadoras da degradação da fertilidade integral do solo. Para a condução desses planos de ação, se estabeleceu um arranjo interinstitucional e multidisciplinar, com complementaridade de competências, contemplando 15 unidades descentralizadas da Embrapa e instituições de ensino, pesquisa, assistência técnica e extensão rural, objetivando solucionar os problemas identificados, bem como promover a adoção do sistema plantio direto consoante os preceitos da agricultura conservacionista, para manter e/ou recuperar o solo agrícola e outorgar ao Brasil status de potência agrícola mundial.

SISCERRADO

Componentes bióticos e abióticos e suas interações em Sistemas Integrados (iLP e iLPF) na região do Cerrado e áreas de abrangência

2014-2017

Com Ademir Hugo Zimmer, Andre Dominghetti Ferreira, Celso Dornelas Fernandes, Fabricia Zimermann Vilela Torres, Manuel Claudio Motta Macedo e Roberto Giolo de Almeida.

As áreas agrícolas do bioma Cerrado são responsáveis por boa parte da produção agropecuária do Brasil. Nessa região, apesar dos avanços tecnológicos, ainda são comumente verificadas situações de acentuada degradação das pastagens e de manejo inadequado do solo sob lavouras, o que tem resultado baixos índices de produtividade na pecuária e frequentes frustrações de safras de grãos com a ocorrência de veranicos. Uma das formas que vem sendo preconizada para enfrentar esta situação, consiste na adoção do Sistema Plantio Direto e na utilização de sistemas integrados (SIs) de produção, como a Integração lavoura-pecuária (iLP) e a integração lavoura-pecuária-floresta (iLPF). Mesmo com a geração de novos conhecimentos e tecnologias para a viabilização do sistemas ILP e ILPF, alguns aspectos ainda não estão suficientemente esclarecidos como os componentes bióticos e abióticos e suas interações. Tais efeitos, uma vez quantificados podem resultar em novas recomendações técnicas com ganhos econômicos e ambientais. Desta forma, visando a verificação da hipótese de que os sistemas integrados de produção (SILPs e SILPFs) são mais eficientes e sustentáveis do que os sistemas tradicionais com monocultivo e os não integrados, está sendo realizado este projeto. São parceiros da Embrapa Agropecuária Oeste na execução deste trabalho, a Embrapa Agrossilvipastoril, Embrapa Cerrados, Embrapa Milho e Sorgo, Embrapa Gado de Corte e Embrapa Soja.

GEEFLOREST

Dinâmica da emissão de gases de efeito estufa e dos estoques de carbono em florestas brasileiras naturais e plantadas - GEE Floresta

2012-2017

Com Jose Alexandre Agiova da Costa, Lidiamar Barbosa de Albuquerque, Manuel Claudio Motta Macedo, Marta Pereira da Silva e Rodiney de Arruda Mauro.

O Brasil participa ativamente dos esforços de redução da emissão de gases de efeito estufa. Como signatário da Convenção do Clima, tem compromisso de apresentar inventários das emissões e remoções de gases de efeito estufa, bem como propor estratégias de mitigação e adaptação para o enfrentamento dos impactos das mudanças climáticas. As florestas possuem reconhecida capacidade de estocar carbono e contribuir para a redução do fluxo líquido de gases de efeito estufa (GEE) à atmosfera. Todavia, a magnitude deste sumidouro é desconhecida. Em consequência das lacunas de informações, a precisão na contabilização destes sumidouros nos inventários nacionais é reduzida. Os cenários políticos e científicos indicam que em um prazo bastante limitado, o país deverá entrar numa nova fase em termos de elaboração e publicação dos inventários nacionais e do monitoramento das ações voluntárias para redução da emissão de GEE, passando a publicar inventários mais frequentes e auditados e, para tanto, é absolutamente necessário o desenvolvimento e aprimoramento de indicadores técnico-científicos referentes às emissões e remoções de GEE das florestas, bem como dominar ferramentas tecnológicas que permitam maior integração das informações nacionais. Neste sentido, a Embrapa, por meio da Embrapa Florestas, e instituições e empresas parceiras fomentaram a formação da Rede Saltus para geração de informações consistentes sobre as Florestas no tocante a estoques de carbono e emissão de gases de efeito estufa visando cobrir as lacunas de informações desta natureza existentes no país, bem como avançar no uso de técnicas de simulação matemática e sensoriamento remoto nas estimativas de emissões/remoções de GEE no país avaliando economicamente as alternativas mitigadoras.

RESTAPA

Influência de fabáceas na restauração florestal da APA do Guariroba

2014-2016

Com Roberto Giolo de Almeida e Valdemir Antonio Laura.

A área de Proteção Ambiental dos Mananciais do Córrego Guariroba (APA do Guariroba) apresenta grande importância ambiental, pois abriga o principal sistema produtor de água bruta para abastecimento público de Campo Grande, MS. No entanto, a ocupação e o manejo inadequados da área geraram impactos negativos expressivos na bacia, sobretudo no que se refere a processos erosivos e ao assoreamento dos corpos d’água naturais do Reservatório Guariroba. Assim, um amplo programa de manejo e recuperação da área vem sendo implantado, gerando demanda por informações que subsidiem a recuperação florestal da área. A recuperação de áreas degradadas deve basear-se em uma tecnologia que promova não apenas a utilização de espécies de crescimento rápido, mas também que sejam capazes de melhorar o solo tanto pela deposição de material vegetal como pela ciclagem de nutrientes, podendo assim facilitar o posterior estabelecimento de outras espécies vegetais mais exigentes. Uma boa estratégia é a utilização de espécies de fabáceas, mais conhecidas como leguminosas. Estas espécies são capazes de aumentar a fertilidade do solo pela fixação de nitrogênio, manter ou melhorar as propriedades físicas do solo, reduzir a erosão do mesmo pela manutenção de sua cobertura, aumentar a deposição de matéria orgânica, a capacidade de troca catiônica e a atividade microbiana, além de reduzir a temperatura. Este estudo pretende gerar informações que subsidiem a recuperação florestal na APA do Guariroba, avaliando o estabelecimento de espécies arbóreas em resposta ao plantio prévio de fabáceas. 

PECUS

Gestão do Projeto Dinâmica de gases de efeito estufa em sistemas de produção da agropecuária brasileira

2011-2016

Com Armindo Neivo Kichel, Denise Baptaglin Montagner, Fernando Paim Costa, Luiz Orcirio Fialho de Oliveira, Manuel Claudio Motta Macedo, Roberto Augusto de Almeida Torres Junior, Roberto Giolo de Almeida, Rodiney de Arruda Mauro, Rodrigo da Costa Gomes, Sergio Raposo de Medeiros, Valdemir Antonio Laura, Valeria Pacheco Batista Euclides e Wilson Werner Koller.

O Projeto PECUS avalia a dinâmica de gases de efeito estufa (GEE) e o balanço de Carbono (C) em sistemas de produção agropecuários de seis Biomas do Brasil (Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal, Pampa, Amazônico e Cerrado). No formato rede de pesquisa, é fruto da ação conjunta de várias instituições, reunindo mais de 300 pesquisadores no Brasil e no exterior. . A pesquisa contribuirá para para a competitividade e sustentabilidade da pecuária brasileira, por meio do desenvolvimento e organização de pesquisas que estimem a participação dos sistemas de produção agropecuários na dinâmica de GEE, visando identificar alternativas de mitigação e subsidiar políticas públicas. O projeto também colabora para o aprimoramento de normas e mecanismos de garantia da qualidade, da segurança e da rastreabilidade dos produtos pecuários.

VCU-ILP

Avaliação de genótipos de Brachiaria brizantha para determinação de valor de cultivo e uso (VCU) em sistemas de integração lavoura-pecuária

2013-2015

Com Cacilda Borges do Valle e Denise Baptaglin Montagner.

PCEMS

Potencial de clones de eucalipto para produção de energia renovável no Mato Grosso do Sul

2012-2015

Com Andre Dominghetti Ferreira e Valdemir Antonio Laura.

Formação Acadêmica

Doutorado em Ciência do Solo

Universidade Federal de Lavras

2003-2006

Mestrado em Ciência do Solo

Universidade Federal de Lavras

2001-2003

Graduação em Zootecnia

Universidade Federal de Lavras

1996-2001

Idiomas

Português

Compreende bem, fala bem, lê bem e escreve bem.

Inglês

Compreende razoavelmente, fala pouco, lê razoavelmente e escreve pouco.

Espanhol

Compreende razoavelmente, fala pouco, lê razoavelmente e escreve pouco.

Última atualização em 13-02-2014 09:50:51.

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