Embrapa Gado de Corte
Alexandra Rocha de Oliveira

Alexandra Rocha de Oliveira

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Embrapa Gado de Corte

Resumo

Pesquisadora B da Embrapa Gado de Corte. Possui graduação em Zootecnia pela Universidade Federal de Viçosa (2001), mestrado em Ciência Animal pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (2006) e doutorado em Zootecnia pela UNESP Jaboticabal (2013).

Palavras-chave

Couro bovino, Manejo, Mato Grosso do Sul, Nutrição, Qualidade do couro, São Paulo, Tourinhos, Zinco, Zinco inorgânico, Zinco orgânico, bovino, caiman, colágeno, couro, crescimento, cromatina, curtimento, defeito, eletromicrografia, espermatozóides, estratificação, fotomicrografia, físico-mecânicas, marca, morfometria espermática, osteodermo, ovino, pele, qualidade, qualidade seminal, reciclagem, reutilização e tanino vegetal

Projetos

ANIMAZON

Efeito do microclima nos componentes de produção animal e Bem Estar em sistemas pecuária-floresta.

2016-2018

O efeito do clima na produção de bovídeos interfere na quantidade e qualidade dos alimentos, determinando o ciclo produtivo das forragens. Estes animais quando submetidos a fontes de calor, apresentam reações biológicas como: aumento do ritmo respiratório e da ingestão de água, mas se a temperatura interna continuar se elevando, ocorrerá diminuição do consumo de alimento, crescimento corporal, produção de leite e alteração da composição do leite e dos parâmetros reprodutivos. A integração lavoura-pecuária-floresta (ILPF) é considerada uma importante opção para evitar o estresse pelo calor e as suas consequências. A sombra das árvores cria um ambiente confortável aos animais reduzindo o efeito da radiação, propiciando maior ganho de peso, produção de leite, eficiência reprodutiva. Neste sentido, é fundamental a caracterização climática das áreas em estudo considerando que os elementos climáticos são os agentes estressores mais preocupantes no que concerne ao conforto térmico dos animais de produção. As atividades previstas nos planos de ação serão realizadas em três municípios do estado do Pará, Terra Alta, Belterra e Domingos do Araguaia. Os sistemas utilizados nas três áreas são de integração Lavoura-Pecuária-Floresta-ILPF implantados respectivamente, em 2009, 2010 e 2013. Atualmente na fase IPF. Nestes sistemas estão presentes árvores de Mogno Africano (Belterra e Terra Alta), castanha do Pará (Belterra), Cumaru (Belterra), eucalipto (Paragominas e São Domingos do Araguaia). Os estudos contemplam a caracterização climática das áreas com sistemas integrados pecuária-floresta (PF), a avaliação dos componentes de produção animal em ecossistema de pastagem nesses sistemas e a determinação de bioindicadores de conforto térmico e comportamento de bovídeos frente a presença/ausência de sombra das árvores. Assim, o objetivo desta proposta é caracterizar o microclima em áreas com sistemas IPF e em pastagem em monocultivo nas áreas em estudo e sua influência sobre o conforto térmico, características biológicas e produtividade de bovídeos no estado do Pará.

CLIMANIMAL

Ambiência e conforto térmico em sistemas de integração lavoura-pecuária-floresta

2015-2017

Com Adriana da Silva, Andre Dominghetti Ferreira, Camilo Carromeu, Fabiana Villa Alves, Roberto Giolo de Almeida, Rodrigo Carvalho Alva, Valdemir Antonio Laura e Websten Cesario da Silva.

Em função da importância do tema ambiência e conforto térmico em sistemas em Integração Lavoura-Pecuária-Floresta, foi articulado o Projeto CLIMANIMAL, que é uma proposta de rede de pesquisa e transferência de tecnologia, fruto da ação conjunta entre várias unidades da Embrapa e instituições de pesquisa parceiras que trabalham o tema. O objetivo é avaliar os efeitos dos sistemas agrossilvipastoris e silvipastoris sobre o conforto térmico, características biológicas e produtivas de bovinos e ovinos de corte, em cinco regiões brasileiras, com vistas ao estabelecimento de práticas de manejo que contribuam para a sustentabilidade da pecuária nacional. Os dados obtidos subsidiarão a consolidação de sistemas termicamente confortáveis, visando o bem estar animal, e cujo benefício se estende à toda a cadeia, garantindo produção de carne com menor impacto ao meio ambiente por meio de melhor utilização dos recursos naturais e dos insumos. Para tal, fará uso de metodologias ligadas à agrometereologia, biofísica, etologia animal, bionformática, pecuária de precisão, organização da informação e modelagem matemática, de modo a criar mecanismos robustos de avaliação do conforto térmico e bem estar animal.

RMN

Estratégias para a Conservação e o Melhoramento Genético de Ovinos da Raça Morada Nova

2012-2017

Este projeto representa a continuação e aprofundamento das ações iniciadas com o projeto “Caracterização e Bases para o Melhoramento Genético de Ovinos da Raça Morada Nova” (Rede Morada Nova) e foi desenhado de forma participativa entre a equipe técnica da Embrapa e parceiros e os criadores de ovinos da raça Morada Nova participantes do Núcleo de Melhoramento Genético Participativo e/ou sócio da Associação Brasileira dos Criadores de Ovinos da Raça Morada Nova. O projeto possui dois eixos principais: Agregação de valor e inserção no mercado dos produtos oriundos da criação de ovinos da raça Morada Nova; Gestão populacional e melhoramento genético da raça Morada Nova. O primeiro eixo está focado em estudos para criar as bases para a certificação de produtos cárneos e da pele e promoção da inserção destes no mercado, dando valor de uso e promovendo impactos no médio prazo pela elevação da renda dos criadores. Já o segundo eixo traz ações de pesquisa em melhoramento genético participativo e conservação da raça, além de estratégias de transferências de tecnologia em apoio ao melhoramento genético e ao desenvolvimento rural sustentável. Como resultado, espera-se viabilizar o aumento sustentável da renda dos criadores de ovinos da raça Morada Nova, garantindo o interesse em continuar aprofundando as ações para a conservação e melhoramento deste importante recurso genético para a produção de carne e pele ovina no Brasil, notadamente no semiárido nordestino, ampliando o seu uso e minimizando os riscos de sua descaracterização ou desaparecimento.

Formação Acadêmica

Doutorado em Zootecnia - Produção Animal

Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho

2009-2013

Mestrado em Ciência Animal

Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

2004-2006

Graduação em Zootecnia

Universidade Federal de Viçosa

1996-2001

Idiomas

Inglês

Compreende bem, fala bem, lê bem e escreve bem.

Espanhol

Compreende bem, fala pouco, lê bem e escreve pouco.

Última atualização em 14-09-2016 10:17:17.

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